Tempos depois, por volta de 1900, foram encontrados crânios de Gigantopithecus esmagados, no mesmo local também havia uma pedra amarrada com uma espécie de cipó (Provavelmente a que foi usada para esmagar os crânios), ferramentas típicas de homo sapiens e vestígios de fogueiras. A parti daí outros achados semelhantes apareceram e de acordo com as evidencias, conclui-se que o Gigantopithecus foi extinto pelo Homo sapiens.
Homem de Neandertal:
Antigamente acreditava-se em uma linha evolutiva que seguia a seguinte ordem: Australopiteco, homo habilis, Homo erectus, homem de Neandertal e o homo sapiens. Entretanto com uma análise mais atenciosa dos crânios a teoria da linha evolutiva caiu por terra.
O crânio do Neandertal apresentava características evolutivas e regressivas. Um exemplo é o volume: O homo erectus tinha um volume craniano médio de 1000 cm3, o Neandertal de 1450 cm3 e o Sapiens de 1300 cm3. Seria pouco provável que o cérebro aumenta-se drasticamente (de 1000 cm3 a 1450 cm3) e depois reduzi-se.
Possivelmente o Neanderthal tinha uma grande inteligência individual, porém estudos sobre a mandíbula demonstraram que a língua não tinha grande mobilidade como a língua do homo sapiens. Daí cria-se a hipótese que o Neanderthal não tinha uma comunicação sofisticada entre os indivíduos. Ou seja, um neanderthal pensava, mas tinha grande dificuldade de transmitir seus pensamentos a outro de sua espécie. Isso dificultava a organização militar e a evolução cultural.
Com o passar do tempo o Homo sapiens apesar de mais fraco fisicamente, com sua linguagem altamente sofisticada, ultrapassou o Neanderthal na organização de grupos, na criação de armas e na arte de guerrear. Com isso o Neanderthal foi perdendo guerras até ser extinto.
Lemure Gigante
Em 1960, em Madagascar foram encontrados fósseis de um animal um tanto esquisito.
Sua classificação como primata deve-se a presença de mãos e pés. Já, uma possível proximidade com o gênero dos Hominidae (Homem, Chimpanzé e Gorila) foi descartada unicamente por causa do formato do crânio.
O crânio não tinha características próprias dos hominidaes como a nítida posição frontal dos olhos.
As características do animal o aproximaram do grupo dos lêmures, o gênero dos prossímios, primatas inferiores.
Foi o maior prossímio já encontrado, cerca de 2 metros de altura quando em pé, e viveu há 2000 anos atrás.
O animal também já foi encontrado retratado em pinturas rupestres de tribos que viveram em Madagascar.
Assim como nos gigantopithecus vários fósseis mostraram indícios de predação humana, e por isso o mais provável é que o primata foi extinto pelo Homo sapiens.